Sopão do Amor

Tudo começou com uma psicografia do Tio Augusto em Fevereiro de 1994. Ele dizia que enviaria um mensageiro para nos ensinar a fazer caridade para os mais necessitados. Foi quando em Março daquele ano se deu a manifestação do nosso irmão Andarilho que logo na primeira mensagem nos disse para darmos alimento material e alimento espiritual, ele também, nos disse para fazermos "quadradinho" de lã para aquecer os mais necessitados, e  um grupo que estava presente naquela noite começou a se interessar pela proposta do nosso irmão Andarilho. Ele nos intuiu a começar uma casa espirita chamada Nosso Lar, que fica na Vila Gumercindo e que já fazia este trabalho de rua e, também, um grupo de amigos que realizavam na Água Espraiada. Logo em seguida, veio o interesse pela tarefa que aprendemos a tê-la com muito amor; então conseguimos nos reunir para testar a sopa que iríamos entregar nas ruas.


Isso ocorreu na casa do Alcides onde sua esposa Cleuza preparou com muito amor, 10 litros de sopa industrializada, para aprovarmos se iriamos fazer aquela sopa.


Nos reunimos na casa do Alcides, a Maria Helena, a Debora, a Antonieta, a Cida Chitto, a Gaeta e marido, o Mo e esposa, a Malú e marido, o Vagner Miyon, o Pite e o Osvaldo, o  Martinez, o Toni, Sr. Milton e outros.


Isso ocorreu numa sexta feira onde foi decidido que os dirigentes Toni e Pite, iniciariam a tarefa e começaríamos mais ou menos em um mês, mas não conseguimos esperar e iniciamos a tarefa na sexta feira seguinte, somente aqui na nossa cidade com 10 litros. Já na segunda-feira  seguinte foram preparados 20 litros e assim por diante, aumentando mais e mais, já estávamos em São Bernardo, Santo André, São Caetano e Diadema; mas não bastava, começamos a ir para São Paulo onde passamos a preparar sopa com legumes e carne, começamos a servir também achocolatado, pão e banana.


Iniciamos utilizando a casa do Alcides, a casa da Maria Helena e foi na casa da Gaeta que ficamos por mais tempo, porém o espaço não era mais suficiente. Onde fazer?


Foi quando encontramos o Sr. Fábio na casa do caminho, na qual ele era o presidente e nos cedeu um local, precário mas com muito amor, e lá trabalhamos por mais de seis anos, até que a nossa querida casa, Lírio Branco, nos cedeu um espaço onde até hoje estamos desempenhando essa tarefa."

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